terça-feira, 13 de março de 2012

A aplicação da web 2.0

Pessoal, hoje e cada vez mais a Internet tem se mostrado uma chave para a liberdade, seja ela casual ou profissional, pois ela te leva onde você deseja estar, na hora que você precisar. E com a web 2.0, agora o usuário da Internet pode adquirir toda a informação que lhe seja relevante de forma mais clara, eliminando um pouco de toda a poluição existente nos web sites, pois todos os elementos gráficos estão melhor desenvolvidos, além disso as estruturas das páginas estão melhor dispostas e mais agradáveis ao receptor; e uma vez que o visual está melhor resolvido, o usuário acaba se motivando ainda mais a produzir material para web, pois tudo isso  coincidiu com o constante crescimento da geração de conteúdo pelo internauta, que agora tem seu lugar frente a tantas linhas de informação dentro do world wide web. A web 2.0 não é limitada somente a um visual mais acessível e graficamente bem estabelecido, ela também permite um olhar mais aprofundado no momento da pesquisa, pois o internauta se torna mais apto a fazer parte do que lhe interessa na web. Ele se torna criativo, pois de acordo com Danilo Amoroso do site tecmundo.com, este segundo capítulo na história da Internet oferece ao usuário uma experiência de conteúdo diferente de qualquer outra coisa da qual ele já tenha participado. Uma das mudanças mais importantes nessa fase, é o uso dos aplicativos web, os quais dispensam qualquer tipo de instalação pelo fato da web funcionar como plataforma de funcionamento para eles, que muitas vezes tem a mesma função de um software comum, com a diferença de oferecer mais segurança para a pessoa que acessa a rede. Esse recurso transforma a Internet em um ambiente de maior dinamismo com toda a sua praticidade e funcionalidade, é claro que algumas pessoas não concordam com o termo 2.0, pois diversos recursos da web 1.0 ainda são extremamente usados para oferecer suporte a essa nova formatação. O importante é que todos ganham com isso, pois suas aplicações servem não somente para estruturar essa relação cada vez mais social com o usuário, mas também para otimizar a grande demanda de geração de conteúdo comercial para a relação cliente/empresa. A web 2.0 tem muito mais a oferecer para quem usa a Internet como um negócio, pois agora se pode desenvolver uma abordagem mais profunda e diversificada.

A Web 2.0 a serviço dos negócios

O termo web 2.0 foi criado em 2004 pela empresa americana O'Reilly Media para classificar esta que foi uma nova geração de serviços, com aplicações para redes socias, tecnologia da informação e desenvolvimento de novos aplicativos, usando o conceito de web como plataforma. É uma excelente ferramenta para quem quer usar a Internet como um meio para melhor demonstrar seus produtos e serviços, sejam eles um dvd ou um pacote de viagens. Mais, com a Internet expandindo sua tecnologia para uma melhor geração do conteúdo existe um ramo de negócios que vem crescendo ano a ano, que é o mercado de aplicativos; meios que auxiliam aqueles que estão dentro da rede e precisam divulgar seus produtos com a eficiência e a velocidade que a web 2.0 permite para a melhor conexão entre as necessidades dos geradores de conteúdo e o seu respectivo tempo de resposta.
 Existem muitas possibilidades para a divulgação de um serviço na rede mundial, os caminhos a se tomar são múltiplos, então se faz necessário uma sensível percepção do ambiente que a web 2.0 propõe para que se possam utilizar as ferramentas que a rede dispõe para um uso correto e eficiente. A Internet é uma via de mão dupla, então se o interessado conhecer bem seu caminho, o retorno será garantido.
A criação de um aplicativo precisa ser adequada a todos os tipos de plataforma,
pois nunca se sabe quem poderá se interessar pelos seus serviços. A incursão nas redes sociais é de extrema importância, mas é importante que se mantenha extrema atenção em relação às mudanças que ocorrem por parte dos desenvolvedores, como por exemplo, o twitter, que se torna instável devido ao fato de algumas vezes ser necessária uma alteração dentro de seu sistema interno, o que vai provocar uma parada no funcionamento do serviço até que seja realizada a devida manutenção e alteração no código do aplicativo. O desenvolvimento de qualidade para web demanda investimento e pessoal qualificado. O tamanho da equipe dependerá da necessidade do projeto, que por sua vez pode necessitar de programadores de Java, Windows, C + + entre outros profissionais com especialização em marketing digital, além de designers gráficos. Este é um mercado concorrido e complexo. A falta de investimento e engenhosidade pode resultar em um mau aproveitamento do tempo investido, e é por isso que um projeto requer tempo e pesquisa, pois a má utilização dos recursos empregados fará com que no final das contas tudo se acabe em aplicativos que não funcionam da forma que foram idealizados no principio, cabendo ao desenvolvedor manter ou não o projeto ativo com a única finalidade de manter os clientes mais fiéis ou retirá-lo do ar de uma vez, conforme diz Danilo Amoroso: “aqueles que se limitarem a uma forma simples de comunicação com os internautas estão fadados ao fracasso.” Então uma vez que tudo é testado, analisado e mensurado é hora de filtrar os erros e delinear os acertos. Entre os erros de maior perigo para o desenvolvimento de projetos para Internet, está a falta de planejamento, pois essa etapa serve para definir qual será o melhor plano de negócios e escolher quem serão seus parceiros.
Portanto define-se como uma boa estratégia de desenvolvimento para a Internet, um conjunto de ações que visem um estudo aprofundado da sua real necessidade e posteriormente da melhor forma de se obter o resultado esperado. Deve - se reconhecer os limites para adequação do projeto e conhecer a necessidade do público - alvo para obter os conhecimentos necessários, a fim de aplicá-los a sua análise mercadológica.
 A web 2.0 representa um novo terreno a ser desbravado, então é preciso analisá-lo com o objetivo de definir qual a melhor maneira de andar sobre ele, para que assim seu projeto seja aceito pelo consumidor final.

Referências bibliográficas:

Site - www.tecmundo.com.br
Livro - web 2.0 erros e acertos de Paulo Siqueira


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